A Prefeitura de Palmas iniciou nesta quinta-feira, 13, a obra de expansão do Aterro Sanitário da Capital, que passa a receber a construção da 7ª célula de disposição de rejeitos. A etapa começou com a instalação da manta impermeabilizante, estrutura que impede infiltrações e protege o solo contra contaminação — uma das fases mais técnicas e essenciais para o funcionamento seguro do aterro.
O investimento total é de R$ 9,3 milhões, e a previsão de entrega é março de 2026. A nova célula deve assegurar a continuidade do manejo adequado dos resíduos sólidos produzidos na cidade e reforçar a capacidade operacional do sistema.
A nova área contará com fundo impermeabilizado com manta de polietileno de alta densidade (PEAD) de 2 mm, além de sistemas de drenagem de chorume, captação de gases, canaletas de contorno, drenagem superficial e cobertura vegetal. O conjunto de estruturas busca garantir segurança ambiental em todas as etapas, do recebimento ao tratamento dos rejeitos.

O prefeito Eduardo Siqueira Campos ressaltou que a obra se soma às ações de modernização da gestão de resíduos urbanos. “É mais um passo para assegurar que Palmas continue destinando corretamente seus resíduos, com responsabilidade ambiental e compromisso com a saúde pública. Estamos trabalhando para manter um sistema eficiente, seguro e sustentável”, afirmou.
Vida útil
Com vida útil estimada em cinco anos, a 7ª célula será ativada assim que a atual a 6ª atingir sua capacidade máxima. Hoje, o Aterro Sanitário de Palmas recebe cerca de 400 toneladas diárias de resíduos, provenientes da coleta domiciliar, limpeza urbana, rejeitos da construção civil e grandes geradores.
A ampliação marca mais um movimento da Capital para manter o serviço dentro das normas técnicas e acompanhar o crescimento da cidade.







