Júnior Geo cobra Aleto por análise do impeachment de Wanderlei e pressão aumenta após advogado exigir pauta imediata

Deputado diz que não há espaço para omissão; advogado Paulo Roberto ameaça ir à Justiça caso a Mesa não paute o processo

- Publicidade -spot_img

O clima na Assembleia Legislativa do Tocantins voltou a esquentar nesta terça-feira (25) após o deputado Júnior Geo (PSDB) usar a tribuna para cobrar que a Casa analise o pedido de impeachment do governador afastado Wanderlei Barbosa (Republicanos). Geo é o único parlamentar que protocolou um pedido, apresentado no dia da Operação Nêmesis e afirmou que a Aleto tem “obrigação constitucional” de avaliar o caso.

O deputado destacou que o afastamento de Wanderlei pelo STJ, dentro das operações Fames-19 e Nêmesis, reforça a necessidade de uma posição institucional.
Segundo ele, os indícios apresentados nas investigações e no pedido protocolado “não permitem silêncio ou paralisação”.

A manifestação de Geo ocorre no mesmo momento em que o advogado Paulo Roberto da Silva, autor de outro pedido de impeachment, protocolou um requerimento exigindo que o processo seja colocado em pauta imediatamente. Ele afirma que a demora da Assembleia viola princípios constitucionais e que, se a Mesa Diretora não agir, irá à Justiça pedir a destituição da própria Mesa.

Paulo Roberto também pediu a formação da comissão especial de impeachment e comunicação ao Ministério Público.

Pressão dupla

Com os dois movimentos, um político, outro jurídico, a pressão sobre a Assembleia aumenta. Os pedidos seguem aguardando decisão da Mesa Diretora, responsável por admitir ou rejeitar o processo e definir a instalação da comissão.

Geo encerrou dizendo que a sociedade espera respostas:

“A Casa precisa preservar sua credibilidade. Não há justificativa para omissão.”

- Publicidade -
- Publicidade -spot_img
Leia mais
- Publicidade -
Posts relacionados
- Publicidade -spot_img