EXCLUSIVO: Vereador alvo de operação da PF confirma apreensão de celular e nega irregularidades em campanha

Marcos Duarte diz que colaborou com agentes federais e afirma que prestação de contas de 2024 foi aprovada pela Justiça Eleitoral

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O vereador de Araguaína Marcos Duarte (PSD), investigado pela Polícia Federal na Operação Palavra-Chave, confirmou à Folha do Girassol a apreensão de seu telefone celular durante cumprimento de mandado de busca e apreensão, em sua residência, nesta quarta-feira (6) e negou irregularidades em sua campanha nas eleições de 2024. A informação foi dada com exclusividade pela FolhaG.

https://folhadogirassol.com.br/2026/05/06/extra-pf-apreende-celular-de-vereador-em-operacao-sobre-compra-de-votos-em-araguaina/

Em nota, o parlamentar afirmou que está “tranquilo” em relação às apurações e sustentou que sua prestação de contas foi devidamente aprovada pela Justiça Eleitoral. Segundo ele, houve colaboração da sua parte com os agentes durante a ação e não houve qualquer resistência ao cumprimento da medida.

Ex-presidente da Câmara Municipal e pré-candidato a deputado estadual em 2026, Duarte disse que permanece à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

O vereador também questionou a origem da investigação e o momento da operação. Segundo ele, o caso teria sido motivado por denúncia anônima baseada em conversas de grupo de WhatsApp. “Depois, disseram que minha chefe de gabinete estaria pressionando servidores da saúde. Nada disso procede”, afirmou.

Duarte declarou ainda que não foi formalmente intimado pela Justiça até o momento. “Na época da eleição não houve apreensão de nada. Dois anos depois, fazer uma busca e apreensão só causa desgaste político”, disse.

Equipes de agentes federais atuam em endereços ligados a investigados por irregularidades eleitorais. Foto: Divulgação/PF

A Operação Palavra-Chave investiga suspeitas de compra de votos, caixa dois eleitoral e coação de servidores públicos municipais durante o pleito de 2024.

Leia a nota na íntegra

Nota de esclarecimento

O vereador de Araguaína investigado pela Polícia Federal na Operação Palavra-Chave, Marcos Duarte (PSD), afirmou estar tranquilo em relação às apurações e negou quaisquer irregularidades em sua campanha eleitoral de 2024, cuja prestação de contas já foi devidamente aprovada pela Justiça Eleitoral.

O parlamentar, que é ex-presidente da Câmara Municipal e pré-candidato a deputado estadual nas eleições de 2026, disse ter colaborado com os agentes durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão em sua residência e afirmou que está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos. Ele teve o aparelho celular apreendido.

Marcos Duarte também questionou a origem da investigação e o fato de a operação ocorrer dois anos depois e às vésperas de um novo ciclo eleitoral. “Foi uma denúncia anônima com base em conversas de grupo de WhatsApp de moradores de um bairro. Depois, disseram que minha chefe de gabinete estaria pressionando servidores da saúde. Nada disso procede”, afirmou.

O vereador ressaltou ainda que, até o momento, não foi formalmente intimado pela Justiça. “Não fui intimado a nada. Na época da eleição não houve apreensão de nada. Dois anos depois fazer uma busca e apreensão só causa desgaste político”, disse.

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