O candidato ao Senado Alexandre Guimarães (MDB) defendeu, durante encontro com mulheres realizado na noite desta quinta-feira (10), em Palmas, que programas habitacionais tenham como prioridade mulheres vítimas de violência doméstica, mães atípicas e idosas que ainda não conseguiram acesso à casa própria.
Ao lado da esposa, Rejane Guimarães, o candidato afirmou que a falta de moradia pode dificultar a saída de mulheres de situações de violência por falta de alternativas para abrigar a família.
“Enquanto houver uma mulher vítima de violência doméstica que permaneça naquele lar porque não tem para onde ir, estaremos trabalhando para entregar um lar e segurança para ela e sua família”, afirmou.

Moradia e proteção
Alexandre também mencionou mulheres que enfrentam dificuldades para ingressar ou permanecer no mercado de trabalho em razão dos cuidados com filhos que necessitam de atenção especializada. Segundo o candidato, as mães atípicas e as mulheres idosas que ainda não têm casa própria devem estar entre os públicos considerados em uma política habitacional.
A proposta apresentada por Alexandre está associada à defesa da retomada de programas de habitação popular pela chapa formada por Vicentinho Júnior (PSDB) e Amélio Cayres (MDB) na disputa pelo Governo do Tocantins.

O encontro, realizado no Ahãdu, reuniu centenas de mulheres. Durante o evento, Alexandre agradeceu a participação feminina na campanha e destacou a atuação da esposa.
“Em nome da minha esposa Rejane, cumprimento todas as mulheres do 45 e todas as mulheres do Tocantins. Fica o nosso respeito e a nossa admiração por tudo que vocês fazem”, declarou.

Participação feminina
Ao longo do discurso, o candidato relacionou a participação das mulheres na campanha à defesa de políticas públicas voltadas às famílias. Entre os temas citados estiveram moradia, segurança e proteção social.
A proposta apresentada por Alexandre prevê que a política habitacional considere situações específicas de vulnerabilidade, com prioridade para mulheres que, segundo ele, enfrentam maiores dificuldades para garantir segurança e autonomia por meio do acesso à moradia.








