O candidato ao Governo do Tocantins Vicentinho Júnior (PSDB) detalhou, durante sabatina nesta quarta-feira (16), propostas para áreas como saúde, educação e segurança pública. Entre as medidas apresentadas estão a construção de hospitais regionais, a ampliação do atendimento nos municípios do interior, a implantação de 50 escolas de tempo integral e a criação de delegacias da mulher com funcionamento 24 horas em oito regiões do Estado.
Na saúde, Vicentinho defendeu a regionalização dos serviços como forma de reduzir a concentração dos atendimentos em Palmas. A proposta inclui a construção de novos hospitais regionais e de unidades de pequeno porte nos municípios do interior.
O candidato também afirmou que pretende ampliar a oferta de cirurgias eletivas por meio da contratação de hospitais privados para a realização de procedimentos no período noturno. Segundo ele, a medida teria como objetivo reduzir o tempo de espera dos pacientes.
“O Tocantins tem um orçamento de aproximadamente R$ 21 bilhões. Nós temos condições de fazer aquilo que estamos propondo, desde que haja planejamento, prioridade e respeito ao dinheiro público”, afirmou.
Educação
Para a educação, Vicentinho propôs a construção de 50 escolas de tempo integral por meio do modelo BTS, sigla em inglês para build to suit. Nesse formato, a estrutura é construída de acordo com as necessidades definidas pelo contratante.
Segundo o candidato, a proposta prevê unidades com estrutura adequada ao ensino em tempo integral e distribuição dos investimentos entre diferentes regiões do Estado.

Proteção às mulheres
Na segurança e na proteção às mulheres, Vicentinho defendeu a implantação de delegacias especializadas com atendimento 24 horas em oito regiões do Tocantins.
A proposta também inclui medidas de acolhimento e apoio financeiro temporário para mulheres em situação de violência, além da integração entre as áreas de segurança pública, assistência social e saúde.
Para a segurança pública, o candidato afirmou que pretende ampliar a presença do Estado nos municípios e fortalecer as estruturas de atendimento. A estratégia, segundo ele, deve ser articulada a políticas de saúde, educação e geração de oportunidades.








