A Folha do Girassol chegou ao mercado com a proposta de fazer um jornalismo analítico, independente e comprometido com a verdade dos fatos. Em pouco tempo, consolidamos credibilidade, fruto não apenas dessa proposta, mas também da trajetória dos profissionais que atuam por trás do veículo.
Nos últimos dias, esse trabalho ganhou uma dimensão ainda mais evidente. Recebemos manifestações de lideranças políticas que apontaram que os discursos mais duros e polarizados registrados durante o encontro de vereadores, em Palmas, tiveram como pano de fundo uma reportagem exclusiva da Folha do Girassol, publicada no dia 25 de março. Nela, o deputado Júnior Geo (PSDB) afirmou que cobraria do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Amélio Cayres (Republicanos) a inclusão, na pauta, dos pedidos de impeachment contra o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos).
É importante deixar claro: a pauta não surgiu por acaso. Diante das declarações do governador sobre um acordo político com a senadora Professora Dorinha Seabra (União Brasil) e o senador Eduardo Gomes (PL), a redação fez o que se espera de um jornalismo responsável: buscou ouvir quem tinha protagonismo direto no tema. O resultado foi a abertura de um debate que, até então, permanecia restrito aos bastidores.
Após a publicação, o ex-deputado Paulo Mourão (PT) procurou a redação para se posicionar, classificando o impeachment como uma pauta sem fundamento jurídico e alertando para possíveis prejuízos econômicos ao Estado. A Folha do Girassol publicou o contraponto, como deve ser. Garantir o contraditório é parte central do compromisso editorial do veículo.
Ressaltamos, de forma categórica, que a Folha do Girassol não tem lado político. Todos os campos têm espaço, desde que sustentados por fatos. Nossa linha editorial é clara: imparcialidade na informação e análise qualificada no conteúdo. É justamente esse olhar analítico que nos permite ir além da superfície e identificar movimentos, narrativas e disputas em curso.
E foi exatamente isso que aconteceu. Durante o encontro de vereadores, o governador reagiu diretamente ao tema. Em tom firme, declarou: “Pode fazer CPI, pode votar o impeachment porque sei o que fiz neste Estado”. Dias depois, em novo evento, voltou ao assunto e reconheceu o impacto de suas palavras: “Ontem eu dei uma derrapada, mas eu digo a vocês, a derrapada era necessária. Tem que respeitar o nosso lado”. Sem mencionar nominalmente o impeachment, criticou o que chamou de “arapucas” e negou ter atuado “plantando contra” adversários.
Os fatos falam por si. A Folha do Girassol seguirá aberta a publicar reportagens baseadas em fatos, sempre balizada por princípios básicos do jornalismo: ouvir os dois lados, contextualizar e questionar quando necessário. Não somos, e não seremos, um veículo voltado à simples reprodução de versões oficiais ou à publicação automática de releases institucionais. Nosso compromisso é com um jornalismo autêntico, independente e responsável.
Também temos contribuído para pautar o debate público por meio de análises. Artigos do cientista político Túlio Abdull já repercutiram em outros veículos e ajudaram a antecipar movimentos do cenário político, como a possível composição entre Amélio Cayres, Vicentinho Júnior e Alexandre Guimarães, uma articulação que, à época, era tratada como hipótese e hoje já aparece nos bastidores como construção concreta.
No mesmo sentido, a Folha do Girassol colocou em debate a disputa de narrativa sobre quem representa o campo da direita no Tocantins, ao analisar os posicionamentos de Vicentinho Júnior e Professora Dorinha Seabra, evidenciando um movimento político que depois passou a ser replicado por outros veículos.
A resposta ao nosso trabalho tem vindo da audiência. Em pouco tempo, a Folha do Girassol registra um crescimento consistente no site e nas redes sociais: Instagram, TikTok, Youtube e X. Leitores, seguidores e parceiros têm sido fundamentais nesse processo, fortalecendo um projeto que nasceu com o propósito de fazer a diferença no jornalismo político do Estado.
Seguiremos assim: questionando, apurando e publicando. Porque, no fim, uma coisa é certa, quando o jornalismo cumpre o seu papel, ele não apenas informa. Ele pauta, e muitas vezes, incomoda.
A Folha do Girassol chegou “despretensiosamente” com esse propósito.
E tem que respeitar.
Folha do Girassol – Informação com Credibilidade!







