O empresário goiano Ebert Rodrigues de Souza, de 45 anos, morreu na queda de um avião de pequeno porte ocorrida na tarde desta quarta-feira (30), na zona rural de Divinópolis do Tocantins, na região oeste do Estado. Ele é uma das duas vítimas fatais do acidente.
A aeronave caiu nas proximidades do Assentamento Mulher Cidadã e foi localizada por equipes de busca no fim da tarde, depois de moradores relatarem ter visto o avião voando em baixa altitude e ouvido um forte barulho na região.
O avião era um bimotor Neiva EMB-810D Seneca III, com número de série 810480, número de matrícula 11039, de prefixo PT-RSN, com capacidade para até seis ocupantes. As circunstâncias que levaram à queda ainda não foram esclarecidas.
Segundo informações, o avião teria saído de Goiânia (GO) com destino a Parauapebas (PA). Durante o trajeto, a aeronave fez uma parada para abastecimento em Gurupi, no sul do Tocantins.

Buscas
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h10 para atender a ocorrência. Equipes da corporação e da Polícia Militar fizeram buscas na região, e a aeronave foi localizada por volta das 17h36.
A área de difícil acesso dificultou inicialmente a identificação dos ocupantes. Após a localização dos destroços, equipes permaneceram no local para os procedimentos de perícia e atendimento da ocorrência.

Empresário
Ebert Rodrigues de Souza tinha 45 anos e atuava no setor empresarial em Goiás. Segundo informações publicadas pelo Portal 6, ele tinha participação em empresas ligadas aos segmentos de iluminação e sinalização viária. Era casado e deixa dois filhos menores de idade.
A identidade da segunda vítima ainda não foi divulgada nas informações mais recentes consultadas pela Folha do Girassol.

Investigação
A causa do acidente ainda não foi informada. Dados do cadastro aeronáutico consultados por veículos que acompanham o caso apontam que o avião estava com situação normal e tinha registro válido até novembro de 2026.
Informações do registro aeronáutico indicam que a aeronave estava em situação regular, com registro válido até novembro de 2026, e era de uso privado, sem autorização para serviço de táxi-aéreo. Esses dados, porém, não apontam a causa da queda.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ligado à Força Aérea Brasileira, ainda não havia sido oficialmente notificado sobre a ocorrência nas primeiras informações divulgadas após a localização da aeronave. A investigação deverá esclarecer as circunstâncias do acidente.








