A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (28), a terceira fase da Operação Porto Limpo, voltada ao combate de um grupo criminoso investigado por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro em Porto Nacional e municípios da região central do Tocantins.
Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara Criminal de Porto Nacional. A operação contou com apoio da Polícia Militar do Tocantins, por meio do 5º Batalhão da PM e do Grupo de Operações com Cães (GOC).
Segundo a Polícia Federal, as investigações começaram a partir de levantamentos realizados pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes no Tocantins, que identificaram indícios da existência de uma associação criminosa estruturada para comercialização e distribuição de drogas na região.

De acordo com a investigação, o grupo teria atuação coordenada no abastecimento de entorpecentes e utilizava terceiros para ocultação de patrimônio e movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a renda declarada dos investigados. A PF também apura possíveis conexões interestaduais para aquisição e fornecimento de drogas.
Durante o avanço das investigações, os policiais reuniram elementos que apontam para a divisão de funções dentro do grupo, além de indícios de lavagem de dinheiro para esconder recursos oriundos da atividade criminosa.
Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a 35 anos de prisão, além de multa. O nome da operação faz referência ao município de Porto Nacional e à tentativa das forças de segurança de desarticular organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas na região.








